domingo, 31 de maio de 2026

8- A Nova Ragnarok- Trilogia 3- Livro 8

 8- 

A Nova Ragnarok-

 Trilogia 3- Ômegaranha

Livro 8 Blasfêmia, Apócrifo e o deus Herege

Cap 50: Blasfêmia
Enquanto Polizanxa quebra o cajado de Dagda em dois e ao mesmo tempo morre, Dagda joga um raio no deus El, que também aparece para salvar Hécate e uma fumaça negra surge com raios, relâmpagos e trovões e uma deusa da magia e com poderes divinos de aranha chamada Blasfêmia surge com teias saindo dos seus dedos e prendendo Dagda numa espécie de casulo elétrico onde o deus Mestres dos Magos tosta. 

A filha da deusa Ki e de Anansi tem um sentido aranha que a faz esquivar uma vez das garras do Garra Negra porém, a velocidade do Garra Negra é tamanha que mesmo o sentido aranha supremo de Anansi não seria suficiente para escapar mais de uma vez. 

Garra Negra mata de um só golpe a deusa Ki, mãe de Blasfêmia e antiga deusa da magia, e a própria Blasfêmia a quem Ki não consegui proteger. 

Apócrifo tentando atacar Garra Negra arranca a cabeça do super deus Moros com um só golpe ao ser teletransportado por Hécate sem perceber.

Apócrifo aumenta sua fúria e tem uma visão de onde está Deb Web e com seus poderes crescentes consegue se teletransportar para lá. 

_Deb?_ Estava tudo escuro e apenas tiros de fuzil iluminavam a rua e a escola. Vários tiros atingiram Apócrifo que não conseguia entender como sangrava para tiros tendo tanto poder. 

_Deb Web?_ Apócrifo caído de joelhos com sangue jorrando chama pela segunda vez sua filha. Todas as suas armaduras se quebram e ele percebe que apesar de estar morrendo pode ver seu rosto se achar um espelho e procura um no banheiro.

Cap 51: Espelho, Matrix, Cronos e Kairós

Apócrifo era uma homem moreno parecido com o Neo de "The Matrix", mas percebeu que assim como naquele filme esse espelho na sua frente seria novamente a sua prisão e sua salvação, pois poderia atravessar feito "Alice através do espelho", o que serviu de inspiração para os 4 filmes em série "The Matrix", mas que não precisaria de nenhuma pílula e que muitas vezes as escolhas simplesmente não existem ao mesmo tempo em que não existe destino, é tudo desatino e contradição. Hora de ser mais uma vez o antigo Diáfano, sem rosto e sem memória mas de poderes ilimitados. 

Garra Negra surge segurando Deb Web pelo pescoço e com as garras apontadas para ela enquanto Apócrifo mal consegue tocar o espelho e Dagda surge para o impedir, mas um raio muito forte atravessa o deus Dagda que escapara das teias da deus Blasfêmia mas não conseguiu resistir ao raio triplo de Tupã, Ianejar e Ômegaranha que surgiam de dentro do espelho, sendo criados pela imaginação de Apócrifo em último ato antes de morrer.

Os microversos de Dagda estavam cruzados e ao mesmo tempo uns dentro dos outros como se fossem ao mesmo tempo um caleidoscópio de infinito em um grande cubo mágico automático, como os que existiram com multiversos antes dos ultraversos das viagens de Dion na imaginação de Apócrifo após todos haverem anteriormente morrido e restar super versões de seres antigos em batalhas infinitas e deuses animais que nem foram criados e Dion já destruía com seu chicote de raios.

Eis que surge um deus do tempo chamado Kairós com raio de Zeus nas mãos e o lança em Ômegaranha, que morre novamente, porém Tupã e Ianejar matam o deus do tempo com um raio duplo e o titã Cronos em seguida engole todos os microversos de uma vez com todo mundo dentro. 

_De dentro do meu estômago ninguém sai._Diz o titã com empáfia característica da maioria dos seres poderosos, mesmo daqueles que não existem.

Cap 52: Lugh 

Deb Web, de dentro do estômago do titã Cronos, faz um feitiço de invocação de um antigo deus mago chamado Lugh, e se teletransporta com ele para um reino místico atemporal para seduzi-lo com seu esbelto corpo nu, longos cabelos loiros e brilhantes olhos azuis. 


Lugh foi criado por Tailtiu, sua mãe adotiva e tutelado por Manannán. 

_Essa espada mágica e essa lança invencível se fossem fundidas em uma só não ficaria uma arma mais poderosa ainda?_ Pergunta Deb Web. 

_Na verdade, eu nunca pensei nisso. Talvez, a lança de Odin fosse um terceiro item para essa fusão ficar ainda mais completa, porém, a espada Gram de Sigurd a quebrou. Portanto, essa espada sim pode ser melhor que a minha até. Quem sabe uma fusão assim evite a Grande Ragnarok de acontecer._ Reponde Lugh pensativo.

_Talvez uma grande deusa da magia consiga isso. _Deb Web, deitada nua sobre o deus da celta-germano da luz, dos raios, do Sol, da magia, da justiça e dos guerreiros e outros afazeres o beija enquanto evoca vários clones seus e os envia para diferentes tempos da mitologia celta-germana para que tanto a lança de Odin quanto a espada de Sigurd sejam capturadas em fiquem em seu poder.

Doravante, após a certeza de estar grávida de Lugh manda o deus de volta a seu tempo sem suas armas e funde a lança e a espada de Lugh com a lança de Odin e a espada de Sigur. Outros dois elementos seriam o arco e aliança de Hiperião.

Cap 53: Deus Herege e Xpadawan 

A espada criada por Deb Web se chama Xpadawan, mas o seu bebê precisava de algo mais para nascer mais rápido e ser capaz de elixir Cronus, mesmo que levasse com isso os seus descendentes juntos. Talvez ser deusa da magia garantisse uma ressurreição de cada um deles ou pelo menos a continuação da guerra contra esses antigos seres místicos das religiões que tanto iludem a mente dos humanos.

Então, Deb Web novamente produz clones para roubar poderes de alguns deuses, dentre eles o próprio Odin e Lugh são as primeiras vítimas, porém, alguns de seus clones acabam capturados pelo Garra Negra, que acaba de ressurgir mais forte após absorver os poderes de Cronus e de todos aqueles que foram anteriormente engolidos por ele. 

_Nenhum dos seus parentes irá retornar, Deb Web_ Fala Garra Negra para vários clones capturados, sabendo que a original poderia ouvi-lo através deles_ eu irei me alimentar sempre dos poderes que você roubar dos outros deuses e seres místicos, não importa qual o grau de poder.

Garra Negra absorve todos os clones capturados e logo em seguida aparece já frente da verdadeira, mas é surpreendido com a espada Xpadawan nas mãos de Débora Web o acertando no estômago no mesmo instante em que ele se teletransporta e ele se divide em dois para não morrer, porém a dor de ser atingido não permite que nenhum dos dois levante do chão e Deb Web crava mais uma vez a espada Xpadawan nas duas versões novas do Garra Negra. 

Os poderes das duas versões do Garra Negra passam para Deb Web automaticamente e chama atenção de todos os deuses, gigantes, titãs e seres místicos maiores e menores de todas as mitologias de uma vez. Como se todos os seres místicos ganhassem de presente do deus Anansi uma espécie de sentido-aranha devido à ameaça que o poder atual de Deb Web representasse para todos eles ao mesmo tempo.

O deus Apócrifo ressuscita e morre novamente em seguida ao usar todo o seu poder para criar um cubo protetor em volta de Deb Web. Quase simultaneamente vários seres supremos, como Brahma, Caos é Tiammat aparecerem atacando o cubo protetor criado por Apócrifo. 

Nisso, a deusa Deb Web dá a luz literalmente a um ser feito completamente de luz a quem ela dá o nome de Herege. 

Cap 54: Sírio e a nova Ragnarok 

Para evitar a Grande Ragnarok o deus Dagda, o Mestre dos Magos, invoca Ianejar e Son Goku, este mata os dois deuses com seu cajado vermelho e ao fundir o seu cajado com os dois deuses mortos herda seus poderes virando Sírio um ser ainda mais maléfico que fingir ser um humano cadeirante e volta no tempo enlouquecendo Sísifo, Posseidon, Tântalo, Ajax, Atlas e Prometeus e criando uma Ragnarok ainda maior do que a que aconteceria normalmente onde apenas deuses celtas e germanos morreriam, agora existe a partir daí uma guerra dos deuses que eliminará todos os deuses de todos os povos da Terra.

Em outra linha do tempo Dagda e Ianejar se fundem criando o Mago Diáfano, mas a visão de vários futuros faz com que Mago Diáfano enlouqueça e esqueça de tudo.

Sírio rouba os poderes de Fântasos, Hipnos, Cronos, Morfeu e Kairós para invocar a versão demoníaca cristã da deusa Lilith e esta por sua vez invoca Apófis, Leviatã, Medusa e Jörmungard e se funde funde a todas elas criando a Quimera.

Cap 55: Sírio e a nova Ragnarok-Parte 2

Sírio prende o Mago Diáfano em um cubo mágico e sempre que Mago Diáfano escapa Sírio volta para fazer com que o Mago Diáfano tenha um pesadelo repetido onde atravessa um espelho que o faz ficar incolor, igual vidro, e o faz acreditar que fora daí que perderam a sua identidade, achando ter antes sido um humano.

Sírio cria tempestades que despertam os poderes dos novos deuses em Asabarcelri, para aumentar o caos.

Sírio descobre a fenda de onde surgiram o Caos e a Noite gregos e a deixa visível para todos os olhos para que alguém atravesse e destrua tudo na origem da existência de todos os seres místicos. 

Quimera petrifica todos os seres supremos de todos os povos em todas as linhas temporais.

Outro deus Dagda, de outra linha temporal teleporta a si e ao deus Ianejar da sua linha para aquela em que Amadeu atravessa a fenda de onde Caos e Noite saíram e o seguem até encontrá-lo quase morto e morrem ao mesmo tempo por resquícios do poder explosivo do próprio Amadeu, que destruíra tudo ao seu redor, mas, ambos renascem e e jogam todos os seus poderes para Amadeu não morrer.

O poder explosivo de Amadeu sai pela fenda de onde saíram Caos e Noite e destrói toda aquela linha temporal, matando inclusive a Sírio. Quimera escapa, pois estava pulando outras linhas temporais e absorvendo todas as versões de Lilith, tanto divinas quanto demoníacas.

Cap 56: Sírio e a nova Ragnarok-Parte 3

O poder de Amadeu continua a destruir todas as demais linhas temporais sem parar. Nesta linha temporal Amadeu Nuvem Dion havia sido engolido por Apófis e por isso explodiu tudo o que existia, ficando a ser a única coisa viva e absorvendo toda a matéria ao redor e ao mesmo tempo entrando em estado de quase morte. Outro deus Dagda prevendo o fim de todas as linhas temporais invoca todos os seres com poder sobre o tempo e faz um feitiço para roubar todos os seus poderes e vidas e vira o Mago do Tempo. 

O Mago do Tempo invoca todas as versões vivas do deus Dagda, o deus Mestre dos Magos, e absorve todos e repete a dose voltando no tempo 300 bilhões de vezes para em seguida criar um caderno mágico que será jogado na cidade do Rio de Janeiro em uma linha temporal aleatório que também está desmoronando.

Quimera tem uma clarividência do caderno do Mago do Tempo e se teleporta para aquela realidade e absorve os poderes restantes naquelas páginas mágicas, encontrando um deus bebê chamado Herege, que acabara de nascer.

O Mago do Tempo cria uma nova linha temporal com um feitiço de fortaleza que a torna indestrutível e para ela teleporta o deus Herege, transferindo para ele todo o seu poder e conhecimento, dando jus ao nome Herege que significa pensador livre, tanto magia quanto daymon significam conhecimento, ao pé da letra, assim como ciência também tem exatamente o mesmo significado em seu sentido mais antigo.

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